Intercâmbio: I can do it!



26.07.2016


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Hey, leitores! Sou nova aqui e como estreia, vim compartilhar com vocês uma das minhas mais recentes angústias: O INTERCÂMBIO!

Em 2016 tomei uma importante decisão: Morar um tempo fora. Muito tem se falado sobre a minha “coragem”, mas o que as pessoas não sabem, e talvez nunca saibam, é que eu não vou deixar a minha vida aqui. Eu vou construir uma.

Percebi que o mundo adulto tem dificuldade em entender isso. Ser jovem, saudável, boa aparência, emprego fixo e ensino superior completo são virtudes no curriculum vitae e não atestado de uma vida bem sucedida. Status social não é satisfação pessoal.

E é por isso que eu vou deixar essa vida de cumprir metas. A meta da Universidade Federal, do concurso público, do carro, do apartamento… Meus sonhos são maiores. Quero sentir a insegurança de entrar num avião sem saber se meu inglês será suficiente para pedir um x-burguer com batata frita no MC Donald’s. Sentar em um parque qualquer, rodeada por gente esquisita e me encher de alegria por estar vivendo tanta história nova para contar.

Quero abrir os meus olhos, minha mente, conhecer a cultura de gente que não faz ideia do lugar que eu vim. Quero xingá-los em português e amá-los em todas as línguas. Puxar o que está escrito “push”, cumprimentar as pessoas com beijos e perceber que isso foi too much!

Eu quero essas pequenas coisas, afinal de contas a felicidade é simples. Chegou o meu tempo de descobrir isso. Não importa se eu vou chorar, se eu vou me arrepender por alguns minutos, se não vai ser como eu espero. Não importa se eu vou trocar fraldas, ouvir reclamação, passar perrengue, trabalhar de ressaca. Não importa quantos “você não precisa disso” eu vou ouvir até chegar lá. Porque ninguém sabe da sua vida, do que você sente, do tamanho dos seus sonhos.

Quero viver a loucura de ser alguém fora de uma bolha.

Eu posso. Você pode.

Shirlayne Mayara Lima Escrito por:
Shirlayne Mayara Lima

Projeto Fotográfico: O poder do olhar.



13.07.2016


Oi, gente! Aqui quem fala é a Marcela!

Hoje queria apresentar o meu projeto fotográfico “O poder do Olhar”. Feito para a cadeira de Fotografia (o mesmo trabalho deste post aqui), ele tem uma mensagem bem bacana que vale ser reproduzida por aqui. Para fazê-lo, me inspirei no fotógrafo Hannes Caspar.

Mas por quê escolher ele para criar um projeto inspirado na ideia?

Ultimamente existem muitos fotógrafos que tentam extrair algo a mais das fotografias, principalmente dos retratos. Esse “algo a mais” seria a carga emocional que as fotos carregam, seja a foto de uma criança com um rostinho tranquilo, ou um cara muito abalado.

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Foto que inspirou o projeto a nascer.

Nas imagens do fotógrafo podemos ver situações comuns do cotidiano e perceber como essas pessoas são simples e despretensiosas… Aliás, essa é a pegada! Podemos ver que as pessoas estão apresentadas o mais natural possível. Tudo é na medida certa, e não há nada gritante nas imagens.

Essas fotos são capazes de despertar sentimentos, sejam eles bons ou ruins, em quem as observa. Geram diversas interpretações, seja por um detalhe no posicionamento das mãos, um olhar mais profundo, curvatura nas costas, ossos aparecendo… Tudo se torna algo a ser observado e interpretado. São fotos que contam história sem dizer nada. É como se pudéssemos enxergar através delas. Elas nos provam que menos é sempre mais, e o simples também diz muito. Ou seja, a arte é acessível a todos!

E depois dessa introdução, aqui está meu projeto:

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Espero que eu tenha conseguido passar algo pra vocês através do olhar, afinal, um olhar fala mais que mil palavras.

Ahhh! Meu canal, onde falo sobre faculdade e mundo feminino, está voltando. Acessem clicando aqui.

Beijãooo!

Marcela Juliane Escrito por:
Marcela Juliane

Quando o amor transforma



07.07.2016


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Não é de hoje que eu venho debatendo esse assunto. O amor transforma, ele ultrapassa sentimentos que a gente tem pelas pessoas. Começa sempre do mesmo jeito: uma chama acesa que não cessa jamais. Depois, a segunda fase, onde o conhecer e conviver se misturam com a rotina. Por fim, os dois caminhos.

Os dois caminhos são tão opostos que fazem a gente pensar qual é o melhor seguir. O primeiro que aceita a convivência, percebe que são duas vidas andando paralelamente e não uma união de almas que se transformam. O segundo onde a aceitação de um amor profundo e verdadeiro é negado pela maneira fria que os casais acabam criando como rotina de seus dias.

Sempre em constante evolução. A pessoa que tu conhece hoje, amanhã não será a mesma. Seus olhos passarão por milhares de situações todas as horas do dia. E é improvável que ela queira se fechar para tudo que passa ao seu redor.

Mas não podemos negar, de fato, que a maioria vai querer trair para não estragar o mundo perfeito de um relacionamento longo e duradouro que é construido com anos de relação. A profundidade desse sentimento é maior que qualquer outro oceano a ser mergulhado.

Dai o relacionamento acaba. Por diversos motivos. Um diz que o outro não queria sair, não queria viver, não procurava estar junto. O outro diz que não estava mais afim, que não via mais companheirismo e que não tinha vontade nem de estar junto. O erro que procuramos para explicar esses momentos simplesmente não existem: ele está em tudo que aconteceu e passou. Simples.

Passou. Os dois integrantes do relacionamento mudaram; não são mais os mesmos de quando se conheceram. Eles buscam coisas novas, sensações que inovem suas rotinas. E ai entra a separação. Mas porque sofrer, odiar o outro e não querer nem ao menos conversar em paz quando necessário?

Anos se passam e a gente percebe que, no meio da rotina, éramos muito felizes. Mas mudamos: nossos rumos começaram a não ser mais os mesmos. Lá atrás, quando se conheceram, queriam shows e ir pra praia juntos. No fim, um queria conhecer o mundo e o outro, ficar em casa. São divergências pequenas que compõem uma vida.

Afinal, o que somos sem sonhar?

Júlia Escrito por:
Júlia

Concurso Cultural Farfetch – Desafio de Outono Inverno



01.07.2016


Inverno chegando e o frio aparecendo para alegrar nossas semanas. Pensando nisso, a loja Online Farfetch, uma empresa global que reúne mais de 400 Boutiques visionárias e oferece uma experiência de compra sem fronteiras e inovadora para os amantes da moda, , decidiu convidar diversas blogueiras para participar de um Desafio Cultural organizado pela marca.

A ideia do projeto é criar um look que tenha como principal item um casaco, sendo ele o destaque da composição. Todas as peças da composição precisam ser retiradas do site e sejam apropriadas para a estação, sempre lembrando que tudo começa a partir da peça-chave.

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A peça chave escolhida (1) foi um casaco muito mimoso com bordados (que parecem muito com patches) de unicórnio e arco-íris, toda ela em nude. Escolhi este casaco por ser uma peça que veste bem em qualquer ocasião, de uma marca conhecida internacionalmente, a Red Valentino, com um tecido super gostosinho em algodão. Além disso, é super tendência um casaco mais descolado misturado com uma roupa mais vintage, jeans e listras, ainda mais com o corte do Parka Longo (como o casaco é chamado), que é mais reto/sem movimento.

No look interno, para completar com o casaco, uma saia jeans justa (2) que, se combinada com uma blusa de listras (3), fica extremamente básico&fashion (tenho em casa e amo!). Da marca brasileira Andrea Marques, a blusa listrada tem um decote careca e mangas longas, que combatem o frio da nossa estação.  Com a cintura alta, a peça fica bem justinha, modelando a curvatura do corpo.  A saia é da marca Amapô, boutique situada em São Paulo.

Para os pés, a escolha foi uma botina de couro opaco (4) da John John, com bico arredondado e aplicações metálicas em prata. O fechamento em cadarços da um ar mais cool para o look, que fica ainda mais descolado.

Para finalizar o look, a bolsa escolhida foi uma Kenzo no modelo Kanvas (5), redondinha em couro e jeans, com fechamento em zíper e detalhes prateados. Essa bolsinha finaliza o look por lembrar a composição do casaco.

Qual a principal ideia do look?

Montar uma composição que fosse jovem e vintage, que lembrasse a moda dos anos 70/80 e que utilizasse cores neutras que todo mundo gosta. Uma das coisas fundamentais na hora de criar a composição, foi tentar usar cores que não contivessem no casaco, pois ele é singular no look. Os bordados dão um toque mais despojado para o nude, assim quebrando um pouco a frieza do corte mais pesado do Parka. A bolsinha e a botina, pensadas em união, servem para deixar ainda mais descolado a composição por completo.

 

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E para a Loja Online Farfetch, gostaria de deixar meu agradecimento pelo convite, principalmente a Daniela Sobral que me atendeu super bem e dizer que foi um enorme prazer conhece-los. Muito sucesso para todos nós.

Visite o site da Farfetch e conheça mais peças disponíveis clicando aqui.

Júlia Escrito por:
Júlia

Projeto fotográfico: O que é o amor?



29.06.2016


Não é de hoje que AMOR é um dos meus assuntos preferidos. Numa onda de repudio à este sentimento, me vi inconformada com essa situação. Como nada posso fazer além de fotografar e escrever, usei as duas coisas que melhor sei lidar e juntei tudo em um projeto de 12 fotos que misturam o AMOR e a ARTE como forma de esclarecimento para os sentimentos que estão nos rondando atualmente.

Inspirada na fotógrafa Natália Mindru, eu sai às ruas no dia 19 de junho em busca de amor. Estava muito frio, tinha muita neblina; era o dia perfeito para ficar em casa olhando uma série. Mas eu acreditei que haveria amor por lá, e me dirigi à Redenção, o lugar mais lindo de Porto Alegre. Sem sol e fazendo uns 8 graus durante a tarde, os casais demonstravam naturalidade ao passearem pelo parque.

Sem permissão para os cliques, as fotos foram retiradas com uma NIKON D3200 com uma lente 70-300, com um zoom bem grandão e pouca distorção. Esse foi o material que eu usei para fazer os cliques dos casais que eu mais me apaixonei.

O projeto completo está exposto na galeria do ISSUU, clicando aqui você será direcionado para o livro digital com as 12 fotos

PS.: Ei, se você está nesta foto e se sente incomodado com sua imagem, avise-me que eu tirarei do ar :)

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Foto: Júlia Maciel

O amor que todos nós devemos procurar: o amor puro, calmo, singelo. De um casal de tantos anos ou do amor de dois adolescente. AMARTE une o amor e a arte como forma de sentimento, é uma forma de ver o mundo, com olhos de quem não condena quem ama, mas sim admira a coragem de permanecer tentando.

Todas as fotos foram feitas para o projeto de fotografia da cadeira Fotografia I com o professor Fernando Krum, na Universidade do Vale do Rio dos Sinos – a nossa queridinha Unisinos.

Júlia Escrito por:
Júlia