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Feminices

Vídeo: Será mesmo que não precisamos do Feminismo?



06.08.2016


Oii pessoal, tudo bem com vocês? Nessa semana andei bem sumida por motivos de ~rematrícula. Porém, ontem estava eu navegando pelo Youtube e me deparo com um vídeo muito doido da Giovanna Ferrarezi explicando o motivo dela não acreditar que o Movimento Feminista seja algo válido. Até então eu pensei: “Ah, opinião dela, talvez tenha uma base” porém não.

O vídeo da Youtuber e Blogueira que eu tanto admirava simplesmente generalizou o movimento como algo esquerdista e politicamente incorreto. Minha opinião é bem clara sobre: não oprima a luta alheia! (ainda mais quando você não é atingida :) 

Nesse clima pesadissimo de ver um vídeo desses de alguém tão influente, fica minha explicação sobre o movimento e minha opinião sobre tudo isso que esta rolando nas internetes.

Júlia Escrito por:
Júlia

Concurso Cultural Farfetch – Desafio de Outono Inverno



01.07.2016


Inverno chegando e o frio aparecendo para alegrar nossas semanas. Pensando nisso, a loja Online Farfetch, uma empresa global que reúne mais de 400 Boutiques visionárias e oferece uma experiência de compra sem fronteiras e inovadora para os amantes da moda, , decidiu convidar diversas blogueiras para participar de um Desafio Cultural organizado pela marca.

A ideia do projeto é criar um look que tenha como principal item um casaco, sendo ele o destaque da composição. Todas as peças da composição precisam ser retiradas do site e sejam apropriadas para a estação, sempre lembrando que tudo começa a partir da peça-chave.

farfetch

A peça chave escolhida (1) foi um casaco muito mimoso com bordados (que parecem muito com patches) de unicórnio e arco-íris, toda ela em nude. Escolhi este casaco por ser uma peça que veste bem em qualquer ocasião, de uma marca conhecida internacionalmente, a Red Valentino, com um tecido super gostosinho em algodão. Além disso, é super tendência um casaco mais descolado misturado com uma roupa mais vintage, jeans e listras, ainda mais com o corte do Parka Longo (como o casaco é chamado), que é mais reto/sem movimento.

No look interno, para completar com o casaco, uma saia jeans justa (2) que, se combinada com uma blusa de listras (3), fica extremamente básico&fashion (tenho em casa e amo!). Da marca brasileira Andrea Marques, a blusa listrada tem um decote careca e mangas longas, que combatem o frio da nossa estação.  Com a cintura alta, a peça fica bem justinha, modelando a curvatura do corpo.  A saia é da marca Amapô, boutique situada em São Paulo.

Para os pés, a escolha foi uma botina de couro opaco (4) da John John, com bico arredondado e aplicações metálicas em prata. O fechamento em cadarços da um ar mais cool para o look, que fica ainda mais descolado.

Para finalizar o look, a bolsa escolhida foi uma Kenzo no modelo Kanvas (5), redondinha em couro e jeans, com fechamento em zíper e detalhes prateados. Essa bolsinha finaliza o look por lembrar a composição do casaco.

Qual a principal ideia do look?

Montar uma composição que fosse jovem e vintage, que lembrasse a moda dos anos 70/80 e que utilizasse cores neutras que todo mundo gosta. Uma das coisas fundamentais na hora de criar a composição, foi tentar usar cores que não contivessem no casaco, pois ele é singular no look. Os bordados dão um toque mais despojado para o nude, assim quebrando um pouco a frieza do corte mais pesado do Parka. A bolsinha e a botina, pensadas em união, servem para deixar ainda mais descolado a composição por completo.

 

farfetch

E para a Loja Online Farfetch, gostaria de deixar meu agradecimento pelo convite, principalmente a Daniela Sobral que me atendeu super bem e dizer que foi um enorme prazer conhece-los. Muito sucesso para todos nós.

Visite o site da Farfetch e conheça mais peças disponíveis clicando aqui.

Júlia Escrito por:
Júlia

Feminismo x Femismo x Machismo



03.06.2016


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Imagem retirada da Internet

Como a internet é terra de ninguém e a gente vê muita coisa que a gente ~supostamente~ não quer ver, eu resolvi esclarecer alguns pontos para vocês, minhas caras leitoras e meus caros leitores. Não pensem que estou fazendo este post para chamar atenção de ninguém; estou fazendo este post para resolver alguns dilemas que estão sendo compartilhados sem ter nexo algum.

Vamos lá para as definições:

  • Feminismo é um movimento político, filosófico e social que defende a igualdade de direitos entre mulheres e homens. 
  • Femismo é uma expressão que hipoteticamente significaria um conjunto de idéias que considera a mulher superior ao homem, e que, portanto, deveria dominá-lo. Como um machismo às avessas.
  • Machismo é o comportamento, expresso por opiniões e atitudes, de um indivíduo que recusa a igualdade de direitos e deveres entre os gêneros sexuais, favorecendo e enaltecendo o sexo masculino sobre o feminino.
A partir daqui, sabendo as definições corretas de cada um dos termos, podemos começar a entender melhor sobre o que é MOVIMENTO e o que é COMPORTAMENTO e FAVORECIMENTO.
 – Movimento social é uma “expressão técnica” que designa a ação coletiva de sectores da sociedade ou organizações sociais para defesa ou promoção, no âmbito das relações de classes, de certos objetivos ou interesses – tanto de transformação como de preservação da ordem estabelecida na sociedade.
 – Comportamento é o ato ou efeito de comportar-se, procedimento de alguém face a estímulos sociais.
 – Favorecimento é o ato de favorecer(-se).
Bom, depois de conhecermos todos os termos por partes, podemos começar a pensar em entender o que significa o Movimento Feminista na sociedade.
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Imagem retirada da Internet
  •  Feminismo:

Para quem não conhece, é estranho pensar que a nomenclatura do termo não foi escolhida pelas mulheres que primordialmente iniciaram o processo de tentar e procurar os direitos do sexo feminino perante a sociedade. As primeiras mulheres que lutaram pelo movimento queriam igualdade salarial para ambos os sexos, carga de trabalho, direito de votar, trabalhar em qualquer cargo, dirigir, etc. Sabe essas coisas básicas que a gente usa todos os dias? Então. Foram as Feministas que conseguiram pra nós, lutando muito gente, MUITO!
Hoje em dia, o movimento é confundido com ANTÔNIMO do machismo, só que não é isso que ele representa. Não existe extremismos no Feminismo. As mulheres que lutam por esses direitos são chamadas de Feministas, mas não tem nenhuma relação com a palavra (e nem a ação praticada por…) machismo.
As feministas do século XXI querem além do que as feministas de antigamente buscavam. [Vou me colocar neste pacote SIM!] 
NÓS queremos segurança para andar na rua sem medo, poder comprar o que quisermos sem sermos julgadas, ir para uma festa e usar uma saia curta e não ser chamada de vadia, poder escolher se queremos ou não ter filhos, casar e construir uma família, não ser objetificada e entendida como “recatada” ou “vadia”, nós queremos liberdade de expressão, liberdade de escolha. Queremos andar na rua com a namorada e não precisar escutar piadinhas sexuais por tal ato. Queremos que as crianças de hoje possam se vestir como ELAS escolherem (Se um menino quiser usar um vestido, tudo bem. Qual o problema? É só uma roupa!), que elas possam praticar um esporte sem que ele seja tachado de “futebol é para meninos e handebol é para meninas” durante a educação física. Queremos igualdade, queremos que nossos filhos ganhem o mesmo salário se estiverem no mesmo cargo, bem como os HOMENS que se tornem PAIS possam tirar licença paternidade para ajudar a mãe durante os primeiros meses em casa, como o recém nascido.
Chamar um movimento de extremista é como dizer que nós estamos lutando por algo que já acontece. Mas não é bem assim que funciona. Não é tão simples quanto parece. Não é tão fácil.
O caso de estupro coletivo do Rio de Janeiro comprova isso; não podemos achar que é normal gravar uma mulher durante o sexo e espalhar para os amigos como algo bonito, bem como não achar que mulher é troféu. Não somos objetos.
A luta continua também ao não rotularmos mulheres em classificações: essa é pra casar e essa não é. Essa é santinha e essa é perigosa. Essa é nerd e essa é gostosa. Essa é inteligente e essa é loira.
Desde quando a aparência define alguém? Desde quando a cor do cabelo define um ser humano? É basicamente melanina!
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Imagem retirada da Internet
  • Femismo:

Agora vamos falar de FEMISMO.
Femismo é o antônimo de Machismo, termo que só é vigente em dicionário informal, ou seja, não existe. Femismo pode ser considerado também o termo que define aquelas mulheres que não querem os mesmos direitos para homens e mulheres, mas sim a SUPERIORIDADE do sexo feminino na sociedade. Essas mulheres não querem os mesmos direitos para ambos os sexos, elas estão “lutando” para que o sexo masculino seja considerado inferior, menos adequado e pior que o das mulheres.
NÃO TEM NADA EM COMUM COM O MOVIMENTO FEMINISTA. Mas tem uma GRANDE relação com o machismo.
 
Posso definir o Femismo em um exemplo bem clássico:
Por que as mulheres acham que os homens não são tão capazes de cuidar de uma casa ou de cuidar de crianças assim como elas? Não é por mal algum, mas sim por um costume enraizado na sociedade que diz que “mulher é feita para cuidar dos filhos e da casa”.
Femismo é O MACHISMO AS AVESSAS. 
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Imagem retirada da Internet
  • Machismo.

Machismo não nasceu agora, ele é uma cultura enraizada na sociedade mundial e não será tão fácil de ser apagado. Muitas pessoas pensam que não são machistas mas já estão sendo. As crianças são ensinadas, desde pequenas, a serem machistas. Os pais das crianças, que muitas vezes são machistas, dizem não a filha mulher quando quer um carrinho de controle remoto e ao menino, quando ele quer uma boneca. O que tem de relação um brinquedo com a sexualidade de uma criança? NADA. São BRINQUEDOS. Assim como cor: por que a cor ROSA é definida como “cor de menina” e o AZUL como “cor de menino”?
O machismo surge quando se chama uma mulher de vagabunda por ficar com dois homens (ou mais) em uma festa e chama um homem de pegador; surge quando se oferece um ingresso de festa mais barato para a mulher e mais caro para o homem; surge quando um homem persegue uma mulher durante a noite e nada acontece; surge também quando um time é mais valorizado quando é formado por homens do que por mulheres. Não há nada de normal em dizer que o Futebol FEMININO é pior do que o Futebol MASCULINO. Por que colocar “feminino” ao lado do nome do esporte se ele é o mesmo? Mesmas regras, mesma quantidade de jogadores, mesmos árbitros, mesmo local…

Vamos entender melhor alguns fatores

Primeiro. O movimento feminista não quer que a humanidade seja voltada as mulheres; nós só queremos os mesmos direitos.
Segundo. O femismo não é considerado um movimento e muito menos tem grandes paradas ou manifestações. São grupos pequenos e isolados que, muitas vezes, nem entendem que estão formando um “grupo”.
Terceiro. O machismo é um comportamento que esta enraizado na sociedade e levará muito tempo para se tornar algo inativo. É um comportamento que menospreza e priva mulheres de terem os mesmos direitos dos homens, tornando muitos momentos desfavoráveis, perigosos e até mesmo complicados para a vida das mulheres.
Alguns links que irão ilustrar e comprovar que o machismo existe e nós realmente precisamos do Movimento Feminista: 
 
Espero que tenham gostado do post e se sintam a vontade para comentar o que acham. Esse post foi feito com base na minha opinião e em tudo que rola pela internet. Não devemos sair compartilhando coisas que não verdadeiras ou que não são claras o suficiente. Procure, pesquise e se informe antes de divulgar uma informação.
PS.: Se você encontrar algum erro no texto, deixe seu comentário para que eu possa melhora-lo. A intenção é poder usar esse post como resposta para muitos e muitos compartilhamentos difíceis de serem aceitos, assim como esclarecer as dúvidas de muitas pessoas.
Júlia Escrito por:
Júlia

Inverno Rabusch – a mulher antenada do mundo



26.03.2016


Olá meus amores, tudo bem com vocês? Recebi esses dias do Miltinho Talaveira, assessor de comunicação, a ficha técnica sobre a nova coleção da Rabusch e simplesmente me apaixonei. A marca gaúcha, que esta presente há mais de 30 anos no estado, conta com lojas em diversas partes do Brasil vendendo sempre peças de marca própria, criadas para Mulheres de Sucesso.

Quem não conhece a Rabusch posso fazer uma breve síntese sobre a loja: roupas pensadas para mulheres independentes, executivas e jovens, que nunca querem perder o estilo na hora de se vestir.

 

Neste inverno, a marca se inspirou em três cidades que tem culturas bem diferentes mas se entendem por um motivo simples: ESTILO!

Nova Iorque, Londres e Budapeste foram as selecionadas.

A primeira linha, Nova Iorque, conta com peças práticas, clean e versáteis, com muito preto e branco, amarelo mostarda e azul Klein. O couro não podia ficar de fora, dando um belo destaque nas peças da coleção.

NOVA IORQUE OK
Fotografia: Fabian Gloeden – ORG Studio @orgstudio

 

Já para Londres, a aposta foi em peças tradicionais, como saias lápis, camisaria e trend coat. A elegância está extremamente presente nesta linha de roupas.

londres
Fotografia: Fabian Gloeden – ORG Studio @orgstudio

 

 

Budapeste inspirou uma coleção mais descolada, com peças étnicas, rústicas, trazendo sarjas, tricôs, jeans flare, suedes e muito mais.

BUDAPESTE OK
Fotografia: Fabian Gloeden – ORG Studio @orgstudio

Karla Seabra, Diretora de Criação da marca, fez diversos treinamentos em cidades europeias e americanas, usando isso como um extra na hora de criar uma coleção cheia de elegância e sofisticação, com o tradicional sendo mesclado com a ousadia na hora de criar, juntamente com uma equipe de estilistas.

As fotos ficaram por conta do fotógrafo Fabian Gloeden do estúdio ORG Studio @orgstudio, que clicou as peças vestidas pelas modelos Ana Paula Scopel, Patricia Fleck e Vitoria Strada.

Sem dúvida nenhuma, a Rabusch arrasou na nova coleção e cada peça está mais linda que a outra.

Encontre a Rabusch na internet e confira mais sobre a coleção:

www.facebook.com/rabuschoficial

www.rabusch.com.br

@rabusch_oficial

 

 

 

Júlia Escrito por:
Júlia

O dia que eu apareci como It Girl da Capricho



26.01.2016


Desde que eu era uma guriazinha, de uns 10 anos, eu olhava o site da Capricho todos os dias e me encantava all days com aquelas meninas lindas que apareciam lá, vestidas com roupas deslumbrantes e cheias de atitude. Pois é, depois de muito observar todas aquelas lindas garotas, eu percebi que, sem querer, eu poderia ser uma delas.

Lá se foram alguns meses, entre emails que diziam “não tenha esperanças, é apenas uma seletiva, mande as fotos e talvez você apareça no site”. Foi nesse momento que eu desacreditei e simplesmente parei de procurar. Hoje, dia 25 de janeiro de 2016, eu apareci, radiante, cheia de emoção, por ter realizado mais um sonho (o outro era ir na Petit Jolie) através do Blog.

O recado é: acredite nos seus sonhos. Quem sabe eles algum dia não se realizam, né? 

Júlia Maciel, 17 anos, de Sapucaia do Sul (RS)

Categorias: It Girls – Por Bianca Luisi, em 25/01/2016 às 11:45 

Apaixonada por looks P&B e pela moda dos anos 70, a Júlia adora misturar as duas coisas nos looks. Se existe algo que não falta nas produções da nossa it são brincos – ela tem cinco furos em cada orelha e não fica sem o acessório. Abaixo, saiba mais sobre a Ju!

Fotos: Arquivo pessoal

                    Fotos: Arquivo pessoal

Como você define seu estilo?
Meu estilo é indefinido por natureza. Gosto muito dos looks que lembram os anos 70, me identifico muito com P&B, mas também gosto de peças que tragam uma atitude, então não digo que tenho um único estilo.

O que é indispensável no seu closet?
Brincos. Se estou sem, fico com aquela sensação de que está faltando algo em mim.

Quem você considera uma garota cheia de atitude?
Pra mim, todas as mulheres e garotas são poderosas, mas tenho como ídolo a Malala Yousafzai. Acho que se ela não tivesse lutado pela educação, hoje seria até pior lá no Paquistão. Malala é um exemplo claro de que devemos lutar por tudo aquilo em que acreditamos.

Fotos: Arquivo pessoal

                    Fotos: Arquivo pessoal

Última coisa ousada que você fez?
Foi cortar meu cabelo radicalmente, que era longo e ficou bem curtinho, do jeito que eu sempre sonhei. Além de fazer umas californianas, que combinam bem com a vibe em que estou no momento.

O que você curte ouvir e assistir?
Não tenho bandas favoritas, mas cantores, que são Tiago Iorc, Pitty e Demi Lovato. E, nos seriados,How I Met Your Mother, Orange Is The New Black, Grace and Frankie e How To Get Away With Murder conquistaram meu coração de vez.

Sites que você sempre visita?
Adoro blog da Karol Pinheiro e o da Bruna Vieira. Elas são minhas inspirações para criar o blog e seguir com este sonho.


 

E foi ai que fui convidada para colaborar no Blog do Lucas, o Mistura Certa que é escrito por um boy que entende muuito de moda e é um arraso e, como um combo, irá postar também aqui no Adornos <3 Gente, não é um sucesso? Estou apaixonada! Tantas novidades lindas assim em tão pouco tempo até me deixa emocionada!

PS.: Preciso agradecer a Michele Molon, porque sem ela eu não teria visto a matéria de jeito nenhum! Linda da minha vida! E outra pessoa que também me marcou foi a Jennifer Dahmer, que comentou meu nome lá na foto oficial da Capricho no Facebook! Obrigada meninas, vocês foram incríveis!

E é em tom de agradecimento a Capricho, ao Lucas e as meninas que eu me despeço deste post lindo! Muito obrigada por tudo, vocês todos. Fiquei muito feliz com esse dia lindo que eu conheci hoje <3

Júlia Escrito por:
Júlia