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cinquenta tons

Vamos falar de Cinquenta Tons de Cinza de uma forma diferente?



15.02.2015


cinquenta tons

Então gurias, hoje eu vou abordar um assunto que normalmente ninguém vê desse jeito. Bom, primeiramente quero ressaltar que eu NÃO LI o livro NEM ASSISTI o filme, inclusive só estou me inteirando do assunto por pessoas do meu Facebook + opiniões de críticos + amigas e amigos me falando sobre os dois.

Vamos começar falando um pouco sobre o que o livro/filme aborda:

1) A mulher ingênua e o homem poderoso (em todos os sentidos);

2) Sexo

3) Sexo novamente

Bom, porque eu que não li o livro nem vi o filme tenho essa opinião? Simples, porque é tudo que da para se notar sobre o que as pessoas falam. Normalmente quando um filme é muito visto e tem uma grande visualização na sociedade, sempre aparecem criticas extremamente fortes. Mas gente, porque tem tantas pessoas intelectuais, que estudam a psicologia a sério e ficaram muito apavoradas com a apelação que aconteceu?

A protagonista, Ana, é uma daquelas mulheres extremamente submissas e o Cristopher, um daqueles caras poderosos e que acha que pode fazer tudo com ela sem ter nenhum problema. Agora eu pergunto pra vocês, isso é verdade? Porque as vezes a gente ve coisas que não são a nossa realidade, mas podem nos lembrar algo que já vivemos.

Eu encontrei na internet um texto de uma psiquiatra falando sobre NÃO assistir o filme, porque nós todos, inclusive homens, podemos achar que aquilo é verdade e que esse é o verdadeiro caminho do amor, de como se apaixonar e viver uma paixão é. Na verdade, isso não é realidade.

Vejam o texto da psiquiatra Miriam Grossmann, que foi traduzido pelo blog  Psiconlinews 

 

Não há nada de cinza sobre os 50 tons de cinza. É tudo preto.

Deixe-me explicar.

Eu ajudo pessoas que estão quebradas por dentro. Ao contrário dos médicos que utilizam raios X ou exames de sangue para determinar por que alguém está com dor, as feridas que me interessam estão ocultas. Faço perguntas e ouço atentamente as respostas. É assim que eu descubro por que a pessoa na minha frente está “sangrando”.

Anos de escuta atenta me ensinaram muito. Uma coisa que eu aprendi é que os jovens são totalmente confusos sobre o amor – para achá-lo e mantê-lo. Eles fazem escolhas erradas e acabam sofrendo muito.

Eu não quero que você sofra como as pessoas que vejo em meu escritório, por isso estou avisando sobre um novo filme chamado Cinquenta Tons de Cinza. Mesmo se você não ver o filme, sua mensagem tóxica está se infiltrando na nossa cultura e poderia plantar ideias perigosas em sua cabeça.

Cinquenta Tons de Cinza está sendo lançado no Dia dos Namorados, então você vai pensar que é um romance, mas não caia nessa. O filme é realmente sobre uma relação doentia e perigosa, preenchido com abuso físico e emocional. Parece glamouroso, porque os atores são lindos, têm carros caros e aviões, e Beyonce está cantando. Você pode concluir que Christian e Ana são legais e que seu relacionamento é aceitável.

Não se permita ser manipulado! As pessoas por trás do filme só querem o seu dinheiro; eles não se preocupam nem um pouco com você ou seus sonhos.

Abuso não é glamouroso ou legal. Nunca é OK, sob quaisquer circunstâncias.

Isto é o que você precisa saber sobre Cinquenta Tons de Cinza: Christian Grey foi terrivelmente negligenciado quando era uma criança. Ele está confuso sobre o amor, porque ele nunca experimentou a coisa real. Em sua mente, o amor está emaranhado com sentimentos ruins como dor e o constrangimento. Christian gosta de machucar mulheres de formas bizarras. Anastasia é uma menina imatura que se apaixona pelos olhares e pela riqueza de Christian, e tolamente segue seus desejos.

No mundo real essa história iria acabar mal, com Christian na cadeia e Ana em um abrigo – ou morgue. Ou Christian continuaria batendo em Ana, e ela sofreria como nunca. De qualquer maneira, as suas vidas não seriam um conto de fadas. Confie em mim.

Como médica, estou lhe pedindo: não assista Cinquenta Tons de Cinza. Se informe, conheça os fatos e explique aos seus amigos por que eles não devem assitir também.

Aqui estão algumas das ideias perigosas promovidas em Cinquenta Tons de Cinza:

1. As meninas querem caras como Christian: Grosseiro e que mande nela. Não! Uma mulher psicologicamente saudável evita dor. Ela quer se sentir segura, respeitada e cuidada por um homem que ela pode confiar. Ela sonha com vestidos de casamento, não algemas.

  • 2. Homens querem uma garota como Anastasia: Calma e insegura.

Errado. Um homem psicologicamente saudável quer uma mulher que sabe se defender por si mesma. Ele quer uma mulher que o corrija quando ele sair da linha.

  • 3. Anastasia exerce livre escolha quando ela consente em ser machucada, então ninguém pode julgar a sua decisão.

Lógica falha. Claro, Anastasia tinha livre escolha – e ela escolheu mal. A decisão auto-destrutiva é uma má decisão.

  • 4. Anastasia faz escolhas sobre Christian de forma racional e distante.

Duvidoso. Christian constantemente serve Anastasia com álcool, prejudicando seu julgamento. Além disso, Anastasia se torna sexualmente ativa com Christian – sua primeira experiência – logo após conhecê-lo. O sexo é uma experiência poderosa – particularmente na primeira vez. Finalmente, Christian manipula Anastasia para assinar um acordo que a proíbe de falar a alguém que ele é um abusador. Álcool, sexo e manipulação – dificilmente seriam os ingredientes de uma decisão racional.

  • 5. Os problemas emocionais de Christian são curados pelo amor de Anastasia.

Apenas em um filme. No mundo real, Christian não mudaria de forma significativa. Se Anastasia quisesse ajudar pessoas emocionalmente perturbadas, ela deveria ter se tornado uma psiquiatra ou uma psicóloga.

A principal questão: as idéias de Cinquenta Tons de Cinza são perigosas e podem levar à confusão e más decisões sobre o amor. Existem grandes diferenças entre os relacionamentos saudáveis e não-saudáveis, mas o filme borra essas diferenças, de modo que você começa a se perguntar: o que é saudável em um relacionamento? O que é doentio? Há tantos tons de cinza … Eu não tenho certeza.

Ouça, é da sua segurança e do seu futuro que estamos falando aqui. Não há margem para dúvidas: uma relação íntima que inclui violência, consensual ou não, é completamente inaceitável.

É preto e branco. Não existem tons de cinza aqui. Nem mesmo um.

 

Fonte: Megmeekermd traduzido e adaptado por Psiconlinews

 

Júlia Escrito por:
Júlia
labels

Rotular? Tá errado gente.



13.02.2015


Então, hoje não tem papinho, coisinha fofinha ou outros. Hoje o que eu vou falar é algo que fazem meses que eu queria dizer e não sabia como. Quem me conhece melhor, sabe como eu sou, as coisas que eu faço, o jeito que eu vivo a minha vida. Nada disso faria sentido se eu, minha irmã e meu irmão não tivéssemos sido criados pelos mesmos pais maravilhosos que este ano completam 40 anos juntos.

Recebi um comentário de uma leitora, que me deixou extremamente pensativa sobre tudo que acontece na minha vida desde pequena. Muitas vezes, entre todas minhas amizades que já tive, desde pequena, lá no pré, eu sempre era uma daquelas que as pessoas achavam ”patricinhas” porque meus pais me davam tudo que eu queria e minha mãe me vestia de rosa dos pés a cabeça. Eu fui crescendo, e cada ano que se passava eu fui percebendo que eu não era aquilo que as pessoas me rotulavam, até porque eu era uma criança que nem sabia que podia viver sem ter a ajuda total dos pais.

Aconteceu um problema na minha família um ano, eu tinha uns 10 anos, e meu pai ficou doente e tudo mais. Meu irmão, que é 21 anos mais velho que eu, naquele ano, me levou a uma papelaria e disse pra mim que eu podia comprar o material do jeitinho que eu gostasse, mas sempre lembrando que sempre iriam fazer isso porque eu era uma guria dedicada e que gostava do que estava fazendo.

Bom, resumindo, todos os anos da minha vida, o material escolar foi a parte mais divertida, porque eu sabia que iria conviver com aquilo pro resto do ano, e sim gente: eu amo estudar, amo minha vida no colégio e quando sair, quero ir direto para a faculdade. Estudar não é simplesmente estudar, mas sim, ter as coisas que a gente gosta porque, já que é a coisa mais importante e eu vivo aquilo 24 horas por dia durante o ano todo, eu tenho que ter as coisas legais e não importa o que acontecer, me esforçar para que tudo seja sempre do jeito que deve ser.

Não sei se todos que veem o blog me conhecem pessoalmente ou conhecem minha familia, mas eu sou a caçula que nasceu depois de 17 anos que minha mãe tinha tido minha irmã do meio, ou seja, eu normalmente era mimada por todos. Acontece que, quando a gente cresce, a gente define quem somos e o que queremos, e eu gosto de ser assim! Eu gosto de ter as minhas coisas do jeitinho que eu quero e ter as minhas prioridades em algumas coisas. E se alguém perguntar: NÃO, eu não sou rica ou nenhum tipo de pessoa que finge que não é. Eu realmente não sou. Meu pai sempre se esforçou para dar a melhor vida que ele podia para nós todos (mãe, mano, mana e eu).

Então gente, antes de julgar porque alguém é ou não alguma coisa, ou tem ou não tem algo, a gente tem que ver a sua história, o porque que as coisas são do jeito que são.

Eu sigo muitas meninas no meu Instagram que estão sempre vestidas com roupas de marcas carissimas, com uma roupa diferente a cada dia e que nunca repetem uma blusa. Eu fico imaginando o quanto julgada devem ser essas gurias, porque imagina, elas não tem culpa se a família tem posses o suficiente para elas terem o que tem e serem o que elas são. Conheço muitas meninas, que eu convivo diariamente, que tem muito dinheiro e não se vestem como essas outras que estão sempre perfeitinhas. O problema é que a maioria das vezes na internet, a gente vê algo que NÃO É. E dai a gente julga pelo que nós percebemos sendo que aquilo tudo não passa de uma mentira.

A internet é um caminho muito complicado pra quem não quer ser julgado. Isso ninguém pode dizer que não. Se você compra uma camiseta de R$100 reais você é rico. Mas será que essa camiseta não foi um presente, ou até mesmo um vale? Por isso que a gente tem que parar de se importar com o que o outro compra e deixa de comprar, com o que o outro usa ou deixa de usar. O que vale é entender que a vida não gira em torno do que a gente acha, e sim do que a gente tem. E se cada um pode de um jeito, não cabe a nossa vida entender.

Esse texto foi meio que um desabafo para algo que a muitos anos eu venho todos os anos ”passando”. Aquele preconceito por algumas coisas que acontecem aqui e ali. Gente, o esforço vem de cada um. Eu não posso dizer pra vocês o porque disso, mas cada coisa acontece por que tem que acontecer. Quero agradecer a leitora que comentou e me rendeu um post também. Ela me fez ficar ainda mais inspirada em escrever um pouquinho mais.

Então gente, bora pensar um pouco antes de sair por ai julgando né? Um beijo pra todo mundo e até mais. <3

A1

Júlia Escrito por:
Júlia
blog 1

Terceiro ano, e agora?



19.01.2015


blog 1

Primeiramente, olá garotas, como estão vocês? Então, hoje eu venho aqui falar com vocês sobre algo que anda me deixando maluca: estou prestes a começar o terceiro ano do Ensino Médio e todo dia me pergunto: e agora?

Pois é, como é dificil parar tudo e pensar que este será o último ano de uma jornada de mais ou menos 12 anos, onde tive diversos professores e professoras, aprendi coisas que eu espero jamais ter que ver de novo na minha frente e outras que eu quero viver todos os dias. É tão complicado pensar que, neste último ano, vou ter que viver tudo aquilo que jamais voltará. É a última compra de materiais, a última viagem de fim de ano, a última formatura de colégio, as últimas chances de apresentar trabalhos sem ter vergonha (porque você conhece aquelas pessoas a 4 anos, não tenha vergonha!).

Mas depois que acaba, o que eu vou fazer? Começam as dúvidas e os desafios para entender o que é o certo a se fazer. Ir para a faculdade? Se inscrever em um intercâmbio? Ir morar em outro país? Abrir uma loja online e acompanhar o blog todos os dias?

O que você quer ser quando crescer?

Essa é, sem dúvidas, a pergunta mais feita durante toda a vida de qualquer pessoa. Eu já quis ser tantas coisas – médica, jornalista, fisioterapeuta, arqueóloga, bibliotecária, publicitária, economista – e hoje me deparo em ter descoberto (ou não), a profissão que mais tem cabimento no meu jeito e na minha personalidade: ser uma arquiteta!

Porém antes de escolher o que ser, imaginem por quantas crises adolescentes eu passei…. inúmeras e incontáveis…  e ainda estou tendo, e muitas! Parece que nada se resolve.

Então, eu resolvi começar meu ano, do jeito mais certo possível: aproveitando para passar o meu maior tempo possível com as pessoas que eu mais amo e mais me sinto confortável em estar junto, ler muitos e muitos livros e obviamente, assistir muitos seriados.

Já estou ansiosa para comprar meus materiais, que eu vou comprar tuuuudo novo. Ultimo ano com chave de ouro (e vou mostrar tudo pra vocês, é claro!!)

Então, minha dica é: aproveitem a vida, não fiquem se estressando com essas coisas: a vida é bem longa, da pra decidir com 60 anos que quer ser advogado e começar a faculdade, acreditem! Então, por mais dificil que seja, aceitem que agora é hora de aproveitar e em dezembro de 2015, pensar em quais serão os planos para 2016.

BEIJO BEIJO BEIJO! Curtam Adornos Femininos no Face!!

 

 

Júlia Escrito por:
Júlia

Positive Post-it Day!



13.12.2014


Oii gurias, hoje eu to aqui (andei sumida de novo!) por causa de uma guria que, gente, sério, fico chocada com a atitude dela. Algumas de vocês já devem ter visto o post da Capricho sobre o Positive Post-it Day que a canadense Caitlin Prater-Haacke  criou, ou melhor, que ela viu que estava mais do que na hora de acontecer.

Tudo começou porque um dia ela recebeu uma mensagem ofensiva (MUITO OFENSIVA!) dizendo que ela deveria morrer, então ela viu que o Bullying estava indo longe demais no colégio dela e resolveu ”se mexer” e criar um movimento. O movimento que ela criou gerou muitos boatos por todo o Canadá, já que a menina foi mais do que inteligente em pensar nesta ideia. Segundo ela, o que a inspirou para usar Post-its e sair colando em todos os armários do seu colégio, foi pensar que mais alguém poderia estar recebendo essas mensagens de ódio assim como ela, e todos nós devemos, pelo menos um dia, saber que somos lindos de qualquer jeitinho que seja.

Exatamente no dia 9 de outubro, ela decidiu fazer esta pequena baguncinha nos corredores do colégio, chamando atenção dos diretores negativamente. Certamente, a mãe da Caitlin resolveu comprar a briga, pois a filha teve uma iniciativa muito incrivel e ninguém pode deixar de reconhecer isso.

O mais legal, é que ela tem 16 anos! E gente, pensem comigo, quem aqui no Brasil respoderia dessa forma a uma ofensa dessas? Quase certeza que não seria deste modo: agressão física ou replica da ofensa. É cultural! Ninguém quer gastar a quantidade de Post-its que ela gastou para fazer isso!

Veja o vídeo do evento que acontecera em todos os anos no dia 9 de outubro.

Então gente eu convido vocês, juntamente com o mundo todo, a participar dessa onda maravilhosa!!! Crie seus Post-its maravilhosos com mensagens super positivas e postem as fotos no Face/Insta/Twitter/vocêsqueescolhem com a hashtag #positivepostit. Também podem curtir a PAGINA DO FACE viu.

Lindos e lindas, obrigada pela leitura e paciência pelas minhas ausências. Beijos!

 

Júlia Escrito por:
Júlia

Ser feliz consigo mesmo!



15.10.2014


Todos os dias acordamos e nos deparamos com tantos afazeres que nem nos lembramos de viver. Sabe aquela velha história que quem não vive, morre mais cedo?

Pois bem, eu acredito que essa seja a mais sincera verdade.

Ser feliz, não é ter dinheiro para gastar ou sair comprando tudo. Ser feliz, não é ser arrogante para se sentir superior. Ser feliz não é querer ter vários amigos que no fim, nem falam com você.

Ser feliz é simples: saber conviver consigo mesmo. Entender que todos nós temos dificuldades, que o mundo não é complexo se pararmos de achar isso. Lembrar sempre, que há alguém em algum lugar do mundo agora, sem ter o que comer ou onde morar.

O problema disso tudo felizmente não é esse. Cada um de nós tem uma história, alguns foram criados sem um dos pais, outros sem amigos e quem sabe alguns, com tudo mas com nada. Tem aqueles que desde a infância tem tudo, materialmente e sentimentalmente. Mas mesmo assim, reclamam que algo sempre está errado.

Mas não diga que não, na verdade todos nós somos assim. Ser feliz é momentâneo quando temos tudo: é porque não percebemos que ela está ali SEMPRE.

Geralmente cremos em algo para nos trazer fé e fortificar nossa razão para viver. Um grande alicerce que nos mantem, supostamente intactos e seguros. Mas talvez o nosso tal “alicerce’’ não esteja tão surreal, talvez ele seja alguém que pra nós pode ser tudo.

A famosa ponte para a felicidade. “Seja bom, não tenha medo”. “Acredite na vida, seja esperançoso!”. E sim, essas frases nos motivam a caminhar de cabeça erguida e continuar de pé e permanecer na busca da felicidade.

E se parássemos de procura-la, o que aconteceria? Será que seriamos infelizes?

Minha opinião é simples. Quando pararmos de achar que a felicidade é algo improvável no nosso meio, vamos ser felizes. A liberdade e a leveza é o que nos transforma. Aqui eu não falo de ser feliz com outras pessoas, eu digo ser feliz internamente, quando se está sozinho e apenas com a sua companhia.

A maior parte dos dias, todos nós passamos fazendo muitas coisas, sem tempo pra nada, mas quem sabe se tirássemos uma hora que seja para aproveitar com a nossa própria companhia? Quem sabe isso ajudaria a resolver tantos problemas que diariamente temos. Relaxar.

Nem sempre ser cheio de tarefas é bom, é legal, é saudável. A mente precisa de um descanso para ser feliz, para ser mais amada e respeitada.

A dica de hoje é essa: seja feliz consigo mesma, acredite em cada coisa que você sonha e almeja, mas não exagere. A vida merece esse tempinho!

Escrito por:
Júlia Maciel